A Energias do Brasil não descarta investir em geração termelétrica utilizando o carvão como combustível, a partir do próximo ano. Ao admitir essa possibilidade durante reunião, em São Paulo, na Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais (Apimec), o vice-presidente de geração da empresa, Custódio Miguens, explicou que o combustível, no caso, pode ser "nacional ou importado".

“O que não podemos pensar é em gás”, acrescentou. Miguens calcula que os projetos a partir do carvão poderiam gerar 700 megawatts e demandariam investimentos de até US$ 1,1 bilhão para serem implantados. Para 2006, os investimentos em geração já programados pelo grupo deverão totalizar R$ 754 milhões. Em Florianópolis, também em reunião da Apimec, realizada na noite de terça-feira, o presidente da Tractebel, controlada pela francesa Suez, revelou que a empresa estabeleceu como meta para os próximos anos vender metade da energia que gera a clientes livres. Em 2006, a participação desses clientes no total comercializado pela empresa deverá ser de 30%. (Ivonete Dainese e Juliana Wilke - Gazeta Mercantil) (Ivonete Dainese e Juliana Wilke - InvestNews)

Autor(es): Gazeta Mercantil

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