A Arcelor Brasil ampliou seu portfólio de produtos com maior valor agregado ao mercado, oferecendo bobinas com diferenciais na espessura e na largura. A iniciativa é resultado do processo de sinergia entre suas controladas: CST-Arcelor Brasil e Belgo-Arcelor Brasil. A partir de pedidos específicos, são produzidas bobinas com espessuras de 6,35 mm a 16 mm e largura de até 1.880 mm, desenvolvidas com a moderna tecnologia do Laminador de Tiras a Quente (LTQ) da CST-Arcelor Brasil.

As bobinas são adquiridas para a Belgo-Arcelor Brasil, que as beneficia em Centro de Serviços localizado em Volta Redonda (RJ). As chapas grossas, produto final deste processo, são comercializadas pela Belgo-Arcelor Brasil, com suporte técnico da CST-Arcelor Brasil, para estaleiros, que as utilizam em diversas etapas de produção de um navio, como chaparia de casco, reforço, partes internas, reparo, cabine e cantoneira.

A Arcelor Brasil espera aproveitar o crescente e permanente desenvolvimento da indústria naval mundial. Em 2005, o consumo global de aço para uso naval foi da ordem de 7,8 milhões de toneladas. A expectativa da companhia é fechar 2006 com a comercialização de 12 mil toneladas de bobinas grossas no mercado interno. Para o ano que vem, planeja também oferecer ao mercado bobinas de 19 mm de espessura (produção em fase de teste).

Desde 1992, a CST-Arcelor Brasil fornece, especialmente ao mercado naval asiático, placas de aços certificadas para processamento em chapas grossas e aplicações, o que corresponde a 10% (480 mil toneladas) da fabricação total do produto na siderúrgica capixaba. A companhia é uma das poucas siderúrgicas no mundo a atender a mais de 95% das qualidades de aços planos consumidos na produção de navios, o que reflete o alto grau de qualificação de seu produto.

As estruturas navais precisam apresentar características especiais que possam garantir que uma embarcação suporte as mais diversas condições atmosféricas (calor, frio, pressão e impacto). O alto grau de certificação da CST-Arcelor Brasil comprova que seu processo produtivo está de acordo com as normas específicas exigidas pela indústria naval.

Autor(es): Usinagem Brasil

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