Há alguns anos, a Deb Maq do Brasil já vinha atuando no mercado de máquinas de grande porte. A retomada dos investimentos verificada nos últimos anos entre os principais setores consumidores desse tipo de máquinas - siderúrgico, ferroviário, bombas, redutores etc. -, levou a empresa a criar um departamento específico para atuar nesse segmento: a Divisão de Tecnologia Avançada.

"Havia uma lacuna no mercado que a nova divisão da Deb Maq veio preencher", justifica o supervisor de Vendas Carlos David de Araújo Gonçalves, que se mostra otimista com as perspectivas do mercado brasileiro para máquinas de grande porte. "O volume de vendas e o número crescente de consultas confirmam essa tendência", diz, lembrando que, em 2006, em menos de um semestre de operação, foram vendidas oito máquinas. "A nossa meta em 2007 é comercializar 28 máquinas de grande porte", informa.

A nova divisão vai atuar a princípio com as linhas de mandriladoras CNC e tornos verticais CNC. "A médio prazo pretendemos incluir novas linhas", diz Gonçalves.

São três tipos de mandriladoras CNC: horizontais, floor type e portal. Gonçalves informa que os modelos estão disponíveis em diversos tamanhos, com mesas de trabalho variando de 1 m x 1,2 m a 4 m x 20 m. As máquinas têm fuso com diâmetro de até 160 mm.

Já a linha de tornos verticais CNC é composta de modelos com placas de 200 mm até 4.000 mm, com capacidade para suportar peças de até 30 t sobre a mesa. "São máquinas que opcionalmente podem ser equipadas com ferramentas acionadas, magazine para até 60 ferramentas ou com torre elétrica convencional de 12 ferramentas e trocador automático de pallets", informa Gonçalves.

Particularmente sobre essa linha, o supervisor frisa que o mercado brasileiro está descobrindo os benefícios de se utilizar tornos verticais. "No caso da usinagem de peças de grande diâmetro, mas relativamente curtas, os tornos verticais são mais indicados que os horizontais. E o mercado brasileiro está enxergando essa vantagem. Essas máquinas oferecem, além de todos os recursos de um horizontal, uma fixação mais rígida, sobre a mesa, e portanto uma operação mais segura", explica.

Autor(es): Usinagem Brasil

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