Em 2006, comparado a 2005, o lucro líquido da Acesita alcançou R$ 632,1 milhões, com crescimento de 7,3% sobre o ano anterior. A Geração Operacional de Caixa (Ebitda) foi de R$ 874,6 milhões, com aumento de 10,7%. Já o faturamento da Companhia atingiu o recorde de R$ 3,4 bilhões, 10,7% a mais que em 2005.

Segundo a empresa, esses números refletem a boa conjuntura internacional de negócios para o segmento dos aços especiais. Os mercados brasileiro e sul- americano, estratégicos para a Acesita, mantiveram-se aquecidos, assim como os principais mercados mundiais.

O melhor é que o ritmo dos negócios se mantém em alta nesse início de 2007. Segundo a Acesita, o nível da demanda e a conjuntura internacional do segmento de aços especiais dependerá do comportamento do preço do níquel - que vem batendo recordes sucessivos e hoje está acima dos US$ 40 mil a tonelada -, e também da política comercial dos produtores chineses, que estão aumentando suas exportações para todos os mercados mundiais. Alguns produtores de inox já sinalizaram para uma redução dos preços base a partir do segundo trimestre.

A diretoria promete para breve a definição dos próximos passos da companhia, visando sustentar o crescimento e a competitividade, que passam pela modernização do portfólio de produtos e pela oferta de mais serviços agregados, o que é estratégico para a redução da exposição da Companhia nos mercados de commodities, a cada dia mais agressivos.

Segundo a empresa, o seu futuro passa pelo aproveitamento da capacidade demonstrada ao fabricar produtos de alto valor agregado, como os aços siliciosos de grão orientado (GO), produto de maior complexidade da siderurgia. E, ainda, pelo enriquecimento do portfólio de produtos, com novas espessuras e larguras, em consonância com as demandas dos mercados brasileiro e dos outros países da América do Sul, e pela ampliação dos serviços ofertados aos clientes.

Autor(es): Usinagem Brasil

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