Depois de seguidas tentativas frustradas de aquisição no exterior, a Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) estuda construir uma nova unidade nos Estados Unidos. Atualmente, a empresa é a terceira maior siderúrgica brasileira. De acordo com o que foi divulgado, a unidade será capaz de processar 4,5 milhões de toneladas de aço laminado. Luiz Migliora, principal executivo da CSN LLC, destaca o interesse no comércio na América do Norte. “A instalação dessa nova unidade serviria para ampliar a participação da siderúrgica no mercado da América do Norte”, diz. Segundo Migliora, a usina, que se localizará no Meio-Oeste ou no Sul dos EUA, terá dimensão semelhante à da usina que a empresa está construindo no Brasil. Até o momento, as discussões com as autoridades estaduais estão mais avançadas no Kentucky, afirmou o executivo durante entrevista concedida ontem em Chicago. “Nós temos definitivamente esse projeto em mente. Fizemos algumas investigações no Kentucky. Essa unidade poderá processar cerca de 4,5 milhões de toneladas de laminados”, declarou. Migliora disse ainda que a empresa poderá mostrar-se interessada em realizar aquisições em outras localidades da América do Norte e na Europa.

PRODUÇÃO - A produção siderúrgica aumentou no país e a CSN teve grande influência nesses números. Ocupando a nona colocação entre os países siderúrgicos, o Brasil produziu no mês passado 2,5 milhões de toneladas, um aumento de 17% em relação ao mesmo período do ano passado, quando a produção nacional foi de apenas 2,1 milhões de toneladas. A queda em 2006 foi resultante da paralisação de um alto-forno, no mês anterior, o que representa a importância da empresa no mercado da siderurgia do país.

Autor(es): Assessoria de Imprensa

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