Desde 2002 no País, a IGM do Brasil (empresa do grupo italiano Bucci, dono da marca Iemca) adotou a estratégia de educar o mercado brasileiro quanto a viabilidade econômica do uso de sistemas de carga e descarga automática em máquinas-ferramentas. A tarefa não é das mais simples, até porque a maioria das empresas - segundo o diretor geral da empresa Rogério Fuzaro - trabalha com a visão errônea de que o baixo custo da mão-de-obra no País ainda é mais vantajoso que os sistemas automáticos.

Para mudar essa visão, a IGM promoveu a capacitação da equipe de vendas e vem procurando apresentar aos clientes as vantagens do uso dos sistemas de alimentação automática. A empresa montou uma planilha com os custos do equipamentos, na qual - após os inseridos os custos do cliente - obtém-se o payback (retorno sobre o investimento).

Ressaltando que o payback depende das especificidades de cada cliente, Fuzaro informa que o aumento de produtividade que os sistemas oferecem é de no mínimo 30%. "Mostramos ao cliente a viabilidade econômica do alimentador, que torna a empresa mais produtiva e mais competitiva",

firma.

No segundo semestre, o programa deve ser ampliado com o início de roadshow pelos principais pólos industriais do País, iniciando-se pela região Sul.

FEIMAFE - Na Feimafe, num estande de 100 m², a IGM dá prosseguimento à estratégia de aculturar o mercado brasileiro, colocando três equipamentos em operação. Um dos equipamentos será lançado no evento. Trata-se do Link 320, de baixo custo para máquinas de menor porte, que trabalha com barras de 3 a 20 mm de diâmetro e é equipado com guias de poliuretano, lubrificação por óleo, acionamento por servomotor. O modelo é ideal para tornos de cabeçote móvel (tipo suíço) e é capaz de suprir as máquinas com barras redondas, perfis e tubos. "Vamos mostrar na feira algumas das alternativas que temos em alimentadores de barras curtas e longas, com diâmetros pequenos e médios e também para diâmetros maiores, de 80 mm".

No estande, também serão apresentados uma fresadora-segredeira da Giuliani (empresa do grupo Bucci) que produz o segredo de chaves, cadeados e fechaduras e os coletores de névoa da Losma, empresa que a IGM representa no Brasil.

Autor(es): Usinagem Brasil

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