Desde o ano passado, a Wolf Brasil decidiu trabalhar exclusivamente com a linha de ferramentas de corte da ZCC-CT. Os bons resultados obtidos até aqui têm demonstrado o acerto da medida. A meta estabelecida para 2007, a de crescer significativos 40%, deve ser atingida: até abril o faturamento já registra aumento de 22%.

Ricardo Bianchi, diretor da Wolf Brasil, frisa que, no mundo, o crescimento da ZCC-CT será ainda maior. "A empresa estabeleceu como meta o crescimento de 80% em 2007 e, no final do primeiro quadrimestre, estava com 38% acima do registrado no mesmo período do ano passado", diz Bianchi. Para o diretor, esse desempenho se deve a pesados e crescentes investimentos na planta da empresa, na China. "De janeiro a maio de 2007, a ZCC-CT já investiu US$ 150 milhões, o mesmo montante investido em todo o ano passado", diz. A maior parte dos recursos se dirigem ao aumento da capacidade produtiva e em pesquisa e desenvolvimento.

Um dos resultados mais recentes do trabalho do Departamento de Pesquisa e Desenvolvimento da ZCC-CT é um dos destaques da Wolf Brasil na Feimafe, a cobertura Nano. Bianchi explica que, diferente das coberturas normais, a Nano permite total controle sobre a espessura da camada de revestimento, proporcionando uma superfície mais estável e constante. "O resultado é o melhor rendimento em toda a aresta de corte", comenta. A nova cobertura já está presente em toda a linha de insertos para torneamento e fresamento, nas classes YBG 102, 202 e 203. A Wolf também destacou a linha Black Diamond de voltada para a usinagem de ferro fundido e aços.

CRESCIMENTO - Bianchi tem algumas explicações para a crescente aceitação da linha da ZCC-CT no Brasil. Segundo ele, hoje uma das principais preocupações do setor industrial é a redução de custos. "Para tanto, muitas grandes empresas instaladas no Brasil foram e estão indo à China para desenvolver fornecedores e lá acabaram entrando em contato com o principal fornecedor de ferramentas da China, a ZCC-CT", diz. "Isso nos permitiu a abertura de inúmeras portas de grandes empresas no Brasil".

Outro motivo, segundo o diretor, é o foco nos serviços que a Wolf BRasil tem implementado. "Para muitos fornecedores, emtal duro é commoditie. Para nós não. Metal duro é serviço. Temos investido na montagem de uma equipe forte e bem treinada".

Autor(es): Usinagem Brasil

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