Hoje, a TaeguTec do Brasil atende todo o território nacional através de uma equipe de vendas diretas, uma rede de 12 distribuidores e nove agentes (representantes). Para 2008, a empresa planeja criar sete novas áreas de distribuição para estar ainda mais perto do cliente final.

Segundo o diretor Hélio Galheta, essa expansão - que envolve também o fortalecimento das equipes internas de venda e suporte - tem como objetivo o cumprimento da meta de conquistar 15% de participação no mercado brasileiro de ferramentas de corte até 2010. A meta é ousada para uma empresa que passou a operar no Brasil em 2001, mas Galheta garante que todo o movimento da filial está direcionado ao cumprimento desse objetivo. "E não estamos muito longe desse percentual", garante.

Segundo o diretor, em 2007 a filial está dando mais um grande passo nesse sentido, com a estimativa de encerrar o exercício com crescimento de 30%. Aliás, conforme Galheta, a média de crescimento da TaeguTec no Brasil nos seis anos de operação no País tem sido acima desse percentual.

Em 2007, particularmente, o diretor explica que o crescimento está ligado a vários fatores. Destaque para as novas linhas de produtos. "A linha de produtos TOP, que lançamos este ano, contribuiu bastante para o nosso avanço", informa. Galheta comenta que a empresa tem obtido grande sucesso com os produtos de fresamento para acabamento utilizados na indústria automobilística, a linha de fresamento para desbaste de uso geral e as novas geometrias e classes metal duro para torneamento.

O diretor reconhece que o aquecimento da economia nacional também teve papel fundamental no desempenho da empresa, especialmente nos segmentos automotivo e de máquinas agrícolas. Para o atendimento do segmento agrícola, em particular, principalmente no Interior de São Paulo, a TaeguTec promoveu aumento de pessoal, com treinamento específico, e fortaleceu a área de serviços, visando a orientação dos fabricantes no sentido de otimizar o processo de usinagem.

Na avaliação do diretor da TeaguTec, os principais segmentos consumidores de ferramentas estão próximos da utilização total de sua capacidade instalada. Assim, acredita que ainda que não venha a ter o mesmo impacto nos negócios que está sendo verificado este ano, "2008 também deve ser um bom ano para os fabricantes de ferramentas".

Autor(es): Usinagem Brasil

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