A Garrett fechou os cinco primeiros meses deste ano cerca de 20% acima das expectativas em produção e venda de sistemas de turbocompressão para motores. O desempenho do mercado de veículos comerciais (pick-ups, caminhões e ônibus) e de máquinas agrícolas, todos com motor a diesel, permitiu à empresa atingir produção superior a 80.000 turbos.

Para atender a esta inesperada demanda, a Garrett adotou o terceiro turno para a sua linha de usinagem de peças e ainda contratou 20 operadores para o setor de montagem, ampliando o quadro de pessoal direto da fábrica para 120 funcionários.

Ao revelar esses números, o gerente-geral da empresa, José Rubens Vicari, esclareceu que o mercado de reposição e as exportações também contribuíram para o resultado positivo, embora em menor escala. O executivo prevê que esse comportamento do mercado deverá ser mantido pelo menos até setembro. "Além de exportações para subsidiárias da Garrett, do México e de países europeus, o mercado argentino também contribuiu para o desempenho", acrescentou.

A expectativa de Vicari é que a Garrett feche o ano com crescimento entre 12% e 15%, o que levará a produção anual da empresa a um volume entre 220 mil e 230 mil turbos, acima das 200 mil unidades registradas no ano passado. Em termos de faturamento, as projeções indicam números superiores a 40 milhões de dólares, superando os 35 milhões de dólares consolidados em 2003.

A Garrett fornece sistemas de turboalimentação de motores para caminhões e ônibus de todas as empresas instaladas no Brasil; para veículos comerciais leves como a Ford Ranger, os modelos da Nissan, DaimlerChrysler, Troller e Iveco, e também para as principais fabricantes de máquinas agrícolas. Para automóveis a gasolina, é fornecedora do modelo GT12, que equipa a Parati Turbo 1.0L Crossover.

Autor(es): Secco Consultoria de Comunicação

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