Até outubro de 2003, os desembolsos do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) totalizaram R$ 22,2 bilhões, resultado 25% inferior do que o realizado no mesmo período do ano passado. Até o fim deste ano, o banco prevê que os investimentos atinjam cerca de R$ 34 bilhões, como está previsto no orçamento.

Em 2002, as liberações foram impactadas pelo PEE (Programa Emergencial de Energia), criado pelo governo federal com recursos do Tesouro Nacional, para atender as empresas do setor elétrico afetadas pela crise do racionamento de energia. Os desembolsos do PEE totalizaram R$ 6 bilhões em 2002 e, para 2003, devem chegar a R$ 1,6 bilhão.

Já para a compra de máquinas e equipamentos no âmbito do Programa Finame, os desembolsos do BNDES somaram R$ 4,6 bilhões entre os meses de janeiro a outubro deste ano. Este dado representa um aumento de 39% sobre o mesmo período do ano passado. Segundo o banco, essa modalidade de financiamento tem como objetivo ampliar e modernizar empreendimentos industriais, comerciais e agrícolas, o que contribui para o crescimento da economia, gerando empregos e renda.

Para as micro, pequenas e médias empresas, o BNDES desembolsou R$ 7,9 bilhões de janeiro a agosto de 2003. Este volume é 24% superior aos 8 primeiros meses de 2002. Em 2003, o volume de liberações do banco para essas empresas representa 36% do valor total desembolsado pela instituição.

Autor(es): Andréa Malta

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