Como implantar um sistema de gestão de manutençãoA implantação de um sistema de gestão de manutenção, ou um software CMMS, pode variar em extensão e complexidade, mas há, basicamente, quatro etapas básicas que são comuns a quase todas as implementações de CMMS. Ao seguir este esquema simples, você terá uma boa base para seguir as ordens de trabalho, realizando manutenção preventiva, rastreamento de ativos e, dessa forma, conquistar um melhor controle do inventário de sua indústria ou empresa.

1. Registro dos principais ativos.

Este passo é bastante simples, mas muito trabalhoso, além de ser de extrema importância para se obter bons resultados com o uso do sistema de gestão. Nesta primeira etapa, é preciso registrar no software todos os ativos da empresa, desde máquinas até pequenas ferramentas e manuais, ou seja, tudo o que faz parte da planta industrial. Uma vez que a lista esteja completa, você pode iniciar a captura de informações tais como histórico das tarefas já realizadas, o tempo médio entre falhas (MTBF), tempo de inatividade das máquinas, manutenção, entre outras coisas.

2. Registro de pessoal técnico.

Nesta etapa, é essencial inserir no sistema todos os nomes de pessoas que fazem parte da equipe, seja o pessoal de manutenção, bem como supervisores, técnicos e até mesmo gestores. Com esta lista completa, os gestores de cada planta podem iniciar os registros de horas de trabalho.


3. Registro dos períodos de Manutenção Preventiva (MP)

Introduzir datas e horários em que acontecem as ações de manutenção preventiva ajuda a automatizar a maior parte dos processos de planejamento. Isso permite construir um quadro mais eficaz de todas as atividades de manutenção que estão sendo realizadas, auxiliando também na identificações de quais tipos de ações não estão sendo feitas adequadamente, se os períodos estão irregulares ou se é hora de mudar o tipo de manutenção realizada no chão de fábrica .

4. Inclusão de peças no sistema.

A inserção de todas as peças utilizadas no setor de manutenção ajuda na elaboração precisa de um inventário, inclusive para que os profissionais saiam com certeza quais peças não são utilizadas com frequência. O resultado disso é ma melhor visão do custo total de propriedade. Dessa forma, também há como reduzir os custos com compra de peças e sobressalentes, o que poderia aumentar ainda mais o estoque de peças sem uso no inventário. Além do registro de peças, o sistema CMMS permite que os gestores possam identificar no sistema os nomes de fabricantes de cada peça e o ritmo de compra de cada sobressalente, permitindo melhor visão de quando repor o estoque de peças.

Depois de tudo registrado, o usuário já pode começar a utilizar o sistema CMMS para ajudar na gestão eficaz do chão de fábrica, evitando desperdícios e organizando os trabalhos de maneira global.

Autor(es):
Editora

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