Quatro anos depois de sua inauguração, em junho de 2000, o Complexo Industrial Automotivo de Gravataí (CIAG) da GM do Brasil ganha sua primeira grande expansão, que permitirá duplicar sua capacidade de produção e também o lançamento de um veículo totalmente novo, destinado aos mercados interno e externo. A cerimônia oficial de início das obras ocorreu no final de setembro.

O investimento previsto para esta ampliação é da ordem de US$ 240 milhões e prevê a criação de 1.500 novos empregos diretos no CIAG até o final de 2006. A capacidade de produção atual, de 120.000 veículos/ano, será acrescida em mais 90 mil unidades/ano do novo modelo, podendo chegar a 210 mil. Numa etapa posterior, está prevista também a construção de uma fábrica de CKD's (veículos completamente desmontados) para exportação.

O anúncio da ampliação do CIAG foi feito em fevereiro último. O presidente da GM do Brasil, Ray Young, destaca que após quatro anos de atividades no Rio Grande do Sul, a GM considera-se totalmente inserida como uma empresa gaúcha na economia do estado e também na região Sul do país. Para ele, pesaram favoravelmente para a ampliação do CIAG aspectos positivos do complexo, como o melhor índice de qualidade na produção de veículos, um excelente nível de qualidade na mão-de-obra especializada e elevados índices de eficiência e produtividade.

José Carlos Pinheiro Neto, vice-presidente da GM do Brasil, informa que com a ampliação do CIAG, a empresa terá capacidade adicional de produção de 90 mil veículos do novo modelo, a partir do início de 2007. "O novo modelo destinar-se-á ao mercado brasileiro e também à exportação", acrescenta.

Considerando-se a GM e os 17 sistemistas (16 no interior do complexo e um em Porto Alegre), o Complexo Automotivo de Gravataí atualmente é responsável por 3.500 empregos diretos, incluindo a GM, os sistemistas e os prestadores de serviços.

Autor(es): Usinagem Brasil

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