Statoil e Siemens fecham parceria tecnológicaA companhia petrolífera norueguesa Statoil e a Siemens assinaram um acordo de cooperação para o desenvolvimento de tecnologia. O acordo de cooperação foi assinado por Nils Klippenberg, diretor de Estratégia e gerente de contas nível global da Siemens, e Knudsen Halfdan, vice-presidente sênior de processos e tecnologia de refino da Statoil. A cooperação entre as empresas facilita o desenvolvimento de tecnologia pioneira no futuro.

A parceria vai abranger inicialmente projetos na energia eólica, tecnologia submarina, engenharia elétrica e medidas de eficiência energética. "Nessas áreas importantes a Statoil precisa trabalhar de forma estreita com os fornecedores, a fim de garantir o desenvolvimento da tecnologia necessária", diz Knudsen.

O acordo foi fechado com base nas necessidades complementares dos usuários e as oportunidades crescentes, visando a desenvolver soluções tecnológicas que contribuam para otimizar efetivamente a produção e respeitar o meio ambiente. "Este é um acordo estratégico para a Statoil", diz Halfdan Knudsen, vice-presidente sênior de processos e tecnologia de refino da Statoil.

A Siemens é um fornecedor importante dentro de diversas áreas da Statoil, e as duas empresas já cooperam na área de desenvolvimento de tecnologia. Na visão da Statoil, é muito importante que o cliente e o fornecedor contribuam na área de desenvolvimento de tecnologia. "Como usuários chegamos a definir os requisitos adequados para a funcionalidade e descrever as condições em que o equipamento irá funcionar. O fornecedor pode possuir vastos conhecimentos na fabricação de produto, design e comercialização da tecnologia específica", disse Knudsen.

O acordo de cooperação contém diretrizes para os direitos de utilização dos resultados. Trabalhar em estreita colaboração com os diversos fornecedores em relação ao desenvolvimento da tecnologia é uma ação que faz parte da estratégia da Statoil. A Statoil já assinou acordos de cooperação tecnológica com outras cinco empresas, e, este ano, passa a investir NOK 2,2 bilhões em pesquisa, sendo que cerca de metade deste valor é gasto externamente.

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