FPSO Peregrino pronto para entrar em operaçãoO FPSO Peregrino está em posição e pronto para trabalhar no mercado offshore brasileiro, que se encontra em franca expansão. Todas as mudanças feitas na plataforma são o resultado de um processo abrangente que só pode ser realizado devido a excelente parceria e trabalho em equipe.

O FPSO Peregrino produzido pela Maersk no estaleiro Keppel Fels, em Cingapura, que custou cerca de um bilhão de dólares, é o maior investimento do Grupo em um navio, e agora está devidamente ligado ao campo de petróleo de Peregrino, localizado na Bacia de Campos, no litoral brasileiro.

A unidade de produção flutuante foi convertida a partir de um VLCC e ficará afretado por um período de cinco anos, contando com capacidade para processar 100 mil barris/dia de óleo e armazenar 1,6 milhão de barris O planejamento daqui por diante é manter a unidade de produção flutuante em posição na costa brasileira por 30 anos. Este é um marco importante no extenso projeto de exploração da Statoil, cliente da Maersk e empresa para a qual foi destinado o FPSO.

FPSO Peregrino"Esta é a realização bem sucedida de vários processos, como a conclusão, em 2010, da conversão do VLCC no FPSO Peregrino no estaleiro em Cingapura, bem como a entrada em águas brasileiras, a aprovação pelas autoridades locais para navegar no campo e estar permanentemente atracado no local ", disse Stig Hoffmeyer CEO da Maersk FPSOs, que estava no Rio de janeiro visitando o FPSO nesta última sexta-feira, durante a conexão ao sistema de amarração, trabalho que coube à BW Offshore.

"Todas as tarefas exigiam trabalho árduo, meticuloso planejamento e execução perfeita por parte dos profissionais das equipes de vários cantos do mundo e de toda a tripulação. Todos devem estar muito orgulhosos de suas realizações".

Um último desafio no processo final de fabricação e liberação da unidade de produção foi o desembaraço aduaneiro e a aprovação das autoridades brasileiras, que estiveram no Rio de Janeiro durante as festas de final de ano. Mas a equipe que compareceu ao local foi bem preparada e firmou uma grande parceria com o cliente, a Statoil. O resultado foi um bom controle durante os feriados de dezembro, de modo que o Peregrino pudesse prosseguir como o primeiro FPSO produzido pela Maersk no setor offshore brasileiro.

"Em 2006, decidimos entrar no mercado brasileiro devido à perspectiva muito atraente, e hoje tenho o prazer de ver a missão cumprida. A ênfase do grupo em mercados emergentes e no Brasil é suportado pelo Maersk Peregrino e é também ilustrado pela recente aquisição da Maersk Oil na área", afirmou V. Claus Hemmingsen, sócio e presidente da Maersk FPSOs. Para os próximos meses estão programados alguns serviços, incluindo a conexão das linhas para os poços, testes de sistemas e o processamento do petróleo a bordo do Peregrino.

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Editora

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