O presidente da Hyundai Motors, Chung Mong-Koo, terá de pagar uma indenização de 82,6 bilhões de wons (73,1 milhões de dólares americanos) para sua própria companhia por prejudicá-la através do apoio a empresas afiliadas à Hyundai.

Um grupo de 14 acionistas minoritários e alguns ativistas processaram Chung e o vice-presidente da Hyundai Mobis, uma filial de produção de auto-peças, por causar perdas bilionárias à maior montadora da Coréia do Sul.

O grupo alegou que a Hyundai Motor acertou o pedido de encomendas exclusivamente com filiais em mais com base em preços acima do normal, um processo mais conhecido como supoerfaturamento. Eles também acusaram o magnata, de 73 anos de idade, e seu único filho, que tem uma quantia considerável de ações na Hyundai Glovis, pelo fortalecimento do controle direto de ambos sobre a logística da filial estabelecida em 2001.

"Chung deve assumir a responsabilidade de pagar a indenização por danos causados à Hyundai Motors", disse o tribunal em sua decisão. A decisão tomada pelo tribunal também estabeleceu que pai e filho não terão de volta suas ações na Hyundai Glovis, bem como não terão mais participação dos lucros da Hyundai Motors. O ativista Kim Yong-Hee disse que a decisão do tribunal não foi suficientemente forte para impedir práticas comerciais desleais.

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