Empregados da Autoliv estão seguros no Japão A Autoliv, empresa líder mundial em segurança automotiva e fabricante de cintos e airbags para segurança automotiva, com cerca de 80 subsidiárias e joint ventures em 30 países, anunciou que suas quatro fábricas no Japão e seus quatro escritórios, com cerca de 1.700 associados, estão seguros e nenhum acidente mais grave foi registrado.

A principal planta da Autoliv está localizada em Tsukuba, a 50 km a nordeste de Tóquio. Ela produz airbags e cintos de segurança e tem um centro técnico com instalações de testes de colisão. Embora a usina tenha sofrido apenas pequenos danos, a infra-estrutura ao redor da planta para o fornecimento de energia elétrica se mantém instável.

A Autoliv tem uma planta industrial volante em Atzugi, a 45 km a sudoeste de Tóquio. Nesta área, a eletricidade está desligada temporariamente de acordo com um cronograma de 12 horas. Mesmo com estas restrições, a planta está em operação, mas ela também teve alguns problemas de telecomunicações durante o terremoto no Japão.

Airbags da AutolivBolsas infláveis para os sistemas de airbag são produzidas em Taketoyo, perto de Nagoya. Esta planta conta também com programações de conservação de energia elétrica. A empresa também tem uma pequena fábrica em Hiroshima, que produz airbags e conjuntos de direção e de rodas para clientes no Japão Ocidental. Esta planta não está sujeita às restrições de produção.

De acordo com uma avaliação preliminar, os fornecedores da Autoliv no Japão também devem estar prontos para retomar a produção. Como resultado, o impacto financeiro na Autoliv em detrimento do terremoto deve ser pequeno, com base em algumas estimativas. O impacto da perda de produção vai depender de quando os clientes vão retomar a produção de veículos, e se os clientes vão tentar recuperar a produção perdida durante a suspensão da produção atual.

As instalações japonesas respondem por 11% da produção mundial da Autoliv. A infra-estrutura no país permanece instável, e a capacidade potencial de enviar as peças de forma eficiente ainda deve ser confirmada.

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Editora

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