A sueca Volvo, segunda maior fabricante de caminhões do mundo, afirmou nesta terça-feira, 15, que foi obrigada a parar suas operações na subsidiária japonesa UD caminhões até 21 de março em meio aos crescentes temores de radiação que vem danificado as instalações nucleares.

"A UD Caminhões recomenda a todos os seus empregados na área de Ageo que fiquem em casa, como resultado do desenvolvimento na usina nuclear de Fukushima", disse a Volvo, explicando que mantém 9.500 funcionários no Japão e a maioria deles está baseada em Ageo, a cerca de 300 quilômetros da planta que foi danificada no terremoto de grandes proporções.

As autoridades japonesas não ordenaram ainda a evacuação em Ageo, mas falhas de energia são frequentes na área e em grande parte da região metropolitana de Tóquio, salientou a Volvo.

A montadora sueca acrescentou que todos os edifícios da UD Caminhões "sofreram danos menores" no terremoto, e que a empresa estava examinando mais profundamente os estragos.

As montadoras japonesas também informaram que estavam interrompendo a produção, mesmo em plantas que não foram danificadas pelo terremoto, mas devido a problemas de abastecimento.

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