A Acesita S/A pretende converter o seu maior alto-forno para funcionar a partir de carvão vegetal, que atualmente é abastecido por 100% de coque importado. De acordo com o presidente da siderúrgica, Luiz Aníbal de Lima Fernandes, a economia - que servirá para aumentar as margens de lucro da empresa - gerada pela troca dos insumos chegaria a US$ 40 por tonelada de gusa de redução. Segundo o presidente da companhia, localizada em Timóteo (Vale do Aço), em poucos meses os estudos de viabilidade do projeto estarão concluídos.

A indústria possui dois alto-fornos. Com capacidade de produção diária da ordem de 600 toneladas de gusa por dia, o menor alto-forno é totalmente abastecido por carvão vegetal. Já o segundo alto-forno, alimentado por coque importado, possui produção diária de 1,4 mil toneladas. Originalmente, o segundo alto-forno foi feito para operar a partir de carvão vegetal - na época, o maior do mundo e foi convertido para coque em 1994, época em que o câmbio era favorável para realizar tal operação.

Autor(es): Diário do Comércio

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