Sandivik anuncia expansão da fábrica brasileiraA Sandvik do Brasil planeja dobrar o volume de produção de ferramentas de corte standard até 2007, tomando como base a produção de 2003. O anúncio foi feito durante a cerimônia de certificação do Centro de Produtividade concedida pela matriz, em novembro.

Conforme o gerente industrial José Carlos Fiorezi, as obras civis já estão adiantadas para receber novas máquinas e equipamentos. De acordo com o gerente, com a expansão, 85% da produção deverão ser exportados. Atualmente as vendas externas somam 70%. O volume de investimento previsto não foi divulgado.

Centro de Produtividade – O Centro de Produtividade da Sandvik do Brasil, inaugurado no dia 16 de novembro, em São Paulo (SP), é o 12º da Sandvik mundial e o primeiro da América Latina. A certificação desses centros faz parte da estratégia global do grupo sueco. Somente em 2004 foram certificados seis centros em outros países. Para 2005 estão previstas as certificações de outras quatro unidades e, para 2006, mais cinco.

Para receber a certificação, cada centro deve atender uma imensa lista de exigências, desde o padrão de limpeza até a disponibilidade de equipamentos e pessoal qualificado, conforme Peder vom Holst, gerente de relações com o cliente da matriz sueca. A certificação garante vantagens para a própria Sandvik em nível internacional, já que as soluções desenvolvidas por cada centro ficarão disponíveis numa base de dados padronizada e aberta a todos os centros qualificados. Do lado cliente, há também vantagens já que experiências aprovadas poderão ser compartilhadas, agilizando o desenvolvimento de soluções.

Conforme Aldeci Vieira dos Santos, coordenador do centro brasileiro, o objetivo principal do centro é dar suporte em usinagem para clientes da região. “Caso uma empresa queira fazer testes de usinagem de um eixo, por exemplo, ela poderá utilizar as instalações do centro de produtividade”, afirma. “Com isso, ela não precisará mudar a rotina do trabalho, e nem correrá o risco de ver sua linha de produção parada por danos nos equipamentos”, complementa.

De acordo com Santos, o risco de ter um equipamento danificado em procedimentos de testes é relativamente alto. “É claro que o centro não reproduz totalmente uma linha de produção, mas certamente é uma ferramenta para o cliente melhorar a produtividade e eficiência”, encerra.

Autor(es): Revista Metal Mecânica

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