A MPX, companhia do empresário Eike Batista, é a primeira parceira da mineradora anglo-australiana Rio Tinto no pólo minero-siderúrgico de Corumbá, projeto orçado em US$ 2 bilhões lançado na semana passada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Além de construir duas térmicas para garantir o fornecimento de energia ao projeto, a MPX já acertou com a multinacional a construção de uma fábrica de ferro gusa na região. Ao todo, os investimentos ultrapassam os US$ 200 milhões.

As térmicas já estavam em estudo pela MPX, mas o empreendimento ganhou força com o lançamento do pólo de Corumbá. No mesmo dia em que Lula, o Governo do Mato Grosso do Sul e a Rio Tinto assinaram um protocolo de intenções para dar seguimento ao projeto, a MPX e seu parceiro boliviano, a Cooperativa Rural de Eletrificação (CRE), também se comprometeram junto ao governo estadual a tocar as obras das usinas.

São duas térmicas: a menor, com potência de 43 megawatts (MW), ficará em Corumbá; a maior, com 123 MW, em Puerto Suarez, na Bolívia. Os dois projetos, juntos, foram batizados de Termopantanal e já estão inscritos para participar do leilão de energia nova que o governo realizará este ano.

Autor(es): Jornal do Commercio

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