Mais notícias relacionadas a economia:
O que é custo de oportunidade
Os custos de oportunidade podem ser compreendidos ao considerar vários produtos que podem ser feitos ...
Zona do euro se recupera e anima mercado internacional
Os investidores procuram sinais de força que podem compensar a turbulência na Europa e enfraquecimento ...
Como se configura o crescimento econômico
Se um país tem dois trimestres de PIB inferior ao do trimestre anterior, diz-se estar ...
Em 2011, a produção automotiva (carros, utilitários, comerciais leves, caminhões e ônibus) brasileira registrou apenas 0,7% de crescimento - menor índice dos últimos nove anos. Foram 3.406.150 veículos produzidos ao longo do ano passado. Os dados foram divulgados ontem pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), que representa as empresas Fiat, Volkswagen, General Motors (GM), Ford, Mercedes-Benz e Scania.
Apesar do baixo crescimento, a produção de 2011 bateu o recorde do setor, registrado em 2010. As vendas cresceram 3,4% no ano e a presença de importados cresceu 23,6%.
A desaceleração tem como uma das causas a sintonia das empresas automobilísticas com as políticas de economia do governo, que está agindo com cautela, graças à crise na zona do euro. As montadoras venderam 3,63 milhões de unidades ao longo de 2011, ante 3,51 milhões no ano anterior.
A exportação deu um salto de 7,7% no ano, com US$ 12,3 bilhões em carros exportados.
Em empregos industriais, o setor fechou com 6,3% a mais de funcionários do que no ano anterior.
Um dado curioso é que a participação de veículos com motor entre 1.0 e 2.0 superou os de 1.0 na última contagem da Anfavea. Os carros "populares" 1.0, que representavam 50,8% das vendas em 2010 caíram para 45,2% no mercado.
Outras notícias relacionadas a economia:







Economia
Veja todas as noticias e artigos relacionados a Economia