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A partir do dia 1º de fevereiro, as importações na Argentina passarão por autorização prévia do governo. A medida visa proteger o mercado interno e a economia do país, além de evitar a fuga de capitais.
Os importadores terão que pedir permissão antecipada para comercialização dos produtos e esperar a aprovação para ter acesso às compras quando elas chegarem à aduana argentina.
O registro servirá, ainda, para que o governo autorize ou não a aquisição de divisas pelas indústrias nacionais que precisem de insumos para fabricar produtos. 
A reação entre as empresas, por enquanto, foi negativa. Eles alegam que os custos e a demora do processo vai aumentar com a intervenção do estado. Para o Brasil, a parceria comercial entre os dois países não deve sofrer grandes consequências.
Ainda não está definido qual é o órgão que fará a autorização, se é a Receita Federal argentina (lá chamada de Afip) ou se ficará a cargo das secretarias governamentais de Comércio Exterior ou Interior.
Fiat
A Fiat argentina, por exemplo, já suspendeu, por conta da nova regra, a produção de 700 veículos/dia em sua fábrica em Córdoba. Peças e equipamentos não conseguiram liberação para entrar no país. Segundo a companhia, há 4 mil trabalhadores esperando para colocar mãos à obra.
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