Corrosão de ouroOuro é o mais não-reativo de todos os metais e é usado não somente na produção de joias e objetos para ornamentação, mas também em componentes industriais.

Conhecido desde tempos antigos, juntamente com o mercúrio, enxofre, cobre, prata, chumbo e estanho, o ouro começou a ser usado em 6000 aC. Sua maleabilidade significa que seu uso em todos os itens práticos era impossível, por isso a sua utilização estava restrita à decoração. As civilizações que empregavam incluiam os egípcios, os gregos, os mesopotâmicos e os romanos.

Embora o maior depósito de ouro no mundo possa ser encontrado na África do Sul, depósitos notáveis também estão localizados na Austrália, na ex-União Soviética e em alguns estados ocidentais dos Estados Unidos.

Corrosão de ouro

O ouro é usado em muitas aplicações na indústria, especialmente em cabos, por conta de suas propriedades condutoras

A utilização do ouro em joias corresponde a cerca de 65% do total. Cerca de um quarto de todo o ouro encontrado é usado em aplicações industriais em cerâmica, elétricos, eletrônicos e suprimentos.

Um uso especializado é no pó chamado ouro púrpura de estanho, ouro precipitado com estanho, ou púrpura de Cassius, que tem como finalidade matizar esmaltes e fabricar um tipo especial de vidro, chamado vidro rubi, usado nas janelas de edifícios de escritórios, bem como em espelhos que são usados no espaço.
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O elemento ouro nunca reage com o oxigênio (um dos elementos mais ativos), o que significa que não enferruja ou mancha. A corrosão do metal, muitas vezes generalizada erroneamente como ferrugem, pode ser definida como o ataque destrutivo de um elemento através da interação com seu ambiente. A ferrugem, aliás, é uma característica exclusiva do metal ferro.

No entanto, o ouro pode reagir com o oxigênio para formar um óxido, por exemplo, ouro (III) de óxido. Quando um metal reage com o oxigênio, que é geralmente chamado de ferrugem, embora a maior parte do tempo não se pareça com ferrugem convencional.

Corrosão de ouro

O ouro é bastante resistente e não enferruja (só o ferro enferruja), mas ganha corrosões em sua superfície quando em contato com ácidos e outros elementos

O óxido de ouro não ocorre naturalmente. O material precisa ser exposto a temperaturas e pressões que não sejam as do ambiente. Já a água nunca vai reagir, porque é menos reativa que o hidrogênio ou oxigênio. No entanto, pode danifica-la, se a força da água for muito forte. No caso de um ácido, o material não será capaz de reagir a menos que seja um ouro composto.

A corrosão de ouro se parece com uma mancha, é muito fina e mostra-se como um escurecimento das superfícies refletoras. O ouro é um dos mais eletricamente condutores de todos os metais. Como a eletricidade é basicamente o fluxo de partículas carregadas em uma corrente, metais que são condutores permitem que essa corrente flua livremente. O ouro é capaz de transmitir até mesmo uma pequena corrente elétrica em temperaturas variando de -55°C a 200°C.

As possíveis causas de manchas no ouro incluem a transpiração (a química de todos corpo é diferente, portanto, é por isso que alguns são mais suscetíveis do que outros) e, para as mulheres, a época do mês pode influenciar a química do corpo; sprays de perfume ou desodorante; manchas ocasionadas durante a armazenagem (caixas de armazenamento podem conter compostos orgânicos de enxofre); a lixiviação de ácido/soluções de limpeza de microporosidade da superfície, o que provoca corrosão local; contato com outros elementos, como cebolas, especiarias e demais ácidos.

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