2005 está sendo um marco no processo de reposicionamento da Brasimet no mercado. Durante a Feimafe, a companhia estará anunciando a sua nova estrutura, novas plantas e uma nova empresa, a Brasimet PVD, em associação com a alemã Eifeler.

A Brasimet deu início as suas atividades em 1942, como importadora e exportadora de aços e minérios. Hoje, com 600 empregados, além de 100 indiretos, e receita anual de R$ 110 milhões, passa a operar exclusivamente como prestadora de serviços industriais de tratamento térmico, brasagem, revestimentos PVD e pinturas, atividades ligadas à metalurgia.

Em 2004, com o desmembramento da Divisão Equipamentos, dedicada à fabricação de fornos industriais para siderúrgicas e metalúrgicas, foi formada uma nova empresa, a Metaltrend, com participação da Brasimet no seu capital. Em abril desse ano, foi a vez da Divisão Química, fabricante de sais para tratamentos térmicos, que foi negociada com o grupo francês Durferrit.

Assim, a antiga Divisão Serviços Industriais passou a ser o principal negócio da Brasimet que, desde agosto de 2004, tem em seu comando Ronald Dietrich Rothe e Karlheinz Pohlmann na presidência do Conselho de Administração. Neste início de maio, a estrutura da organização recebeu um reforço com a nomeação do Horst Wittmaack para a diretoria de Operações - São Paulo.

FOCO E EXPANSÃO - Com a concentração das atividades na prestação de serviços industriais, as suas seis unidades industriais passam a ter foco exclusivo em empresas industriais que necessitam de tratamentos térmicos, revestimentos de ferramentas, brasagem ou pintura. "Essas operações são tipicamente terceirizadas pelas autopeças e metalúrgicas no mundo, o que ocorre também no Brasil", explica Ronald Rothe.

Como resultado da dedicação exclusiva à prestação de serviços, duas novas unidades industriais deverão aumentar a presença da empresa nos grandes centros industriais: Joinville (segunda unidade no município) e Caxias do Sul.

EIFELER - A Brasimet também acaba de criar uma nova empresa, a Brasimet PVD, em associação com a companhia alemã Eifeler, para ampliar a oferta de serviços de revestimentos pelo processo PVD. Com cerca de 15 unidades de revestimentos PVD na Europa e nos Estados Unidos, a Eifeler está entre os mais respeitados centros de pesquisa e desenvolvimento na área de PVD, tendo concebido inovadoras camadas e consideráveis avanços nos equipamentos que executam os revestimentos.

Autor(es): Usinagem Brasil

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