Navio petroleiro da Shell Mergulhadores foram inspecionar o casco de um navio de perfuração de petróleo da Shell depois as amarras do navio se romperam, deixando a embarcação à deriva assustadoramente perto da costa do Alasca, informou a Guarda Costeira americana neste domingo, 15.

A Real holandesa Shell PLC enviou mergulhadores para Unalaska, nas Ilhas Aleutas, após o incidente no sábado. O desastre só foi evitado após rebocadores puxarem o Discoverer Noble, afastando-o da costa.

O navio soltou sua amarração quando estava a 175 metros da costa e se desviou para a terra. "A tripulação, imediatamente, soltou a âncora para diminuir a deriva e pediu um cabo auxiliar", disse um porta-voz da Guarda Costeira.

"A tripulação a bordo do Discoverer Noble afirmou que chegou muito perto de terra, mas não sentiu nenhum impacto ou vibração para indicar uma colisão", declarou a porta-voz, Sara Francisco, à AFP.

A Guarda Costeira também vai inspecionar o navio, provavelmente nesta segunda-feira, 16. Um veículo operado remotamente a bordo do Discoverer Noble foi usado para inspecionar o casco, e não registrou nenhuma evidência de dano ou de aterramento.

Nenhum caso de ocorrência de incidentes com a tripulação ou poluição do ambiente foi relatado, o que ocorre em meio ao reforço da vigilância sobre a indústria petrolífera devido à tragédia ambiental no Golfo do México, em 2010, com a explosão da plataforma Deepwater Horizon.
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O Alasca foi o local de um dos maiores vazamentos de petróleo em 1989, quando o Exxon Valdez derramou cerca de 11 milhões de galões de petróleo, contaminando 800 quilômetros de costa.

Autor(es):
Editora

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