Abimaq prevê aumento de venda de usados na indústriaCom as novas medidas anunciadas pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para financiar a compra de bens usados (máquinas, ferramentas, tratores, aeronaves, caminhões, etc), deve surgir um mercado paralelo saudável de comercialização desses itens. É o que prevê a Associação Brasileira de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) com o novo prazo do Programa de Sustentação do Investimento (PSI).

Até 31 de dezembro de 2013, as empresas poderão comprar modelos novos com taxas reduzida de 5,5% para 2,5% ao ano, além de apostar no empréstimo para máquinas usadas ou refinanciamento de bens de capital.

José Veloso, vice-presidente da entidade, disse, em entrevista ao jornal Folha de SP, que trata-se de um "círculo virtuoso" na indústria. "Sem capital para uma máquina nova, o pequeno empresário poderá optar pela usada e quem vendeu pode adquirir uma nova, beneficiando os dois mercados", afirmou.

O governo decidiu pela medida após uma queda de 25% nos financiamentos feitos pelo BNDES para essa finalidade entre janeiro e maio deste ano. No caso de caminhões, a queda dos empréstimos chegou a 63%.

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A diferença será paga pelo Tesouro, que "equaliza" as taxas, bancando o valor que o banco perde com os juros menores. Além disso, as empresas poderão lançar em seus balanços os custos com depreciação de máquinas e equipamentos em até 12 meses em vez de 48 meses.

Setores como mineração, petróleo e siderurgia estão entre aqueles mais defasados em termos de aquisição de equipamentos.

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