Desde 1974 no Brasil, a OSG está ampliando suas atividades no País, com a inauguração oficial, no próximo dia 16 de setembro, de sua fábrica de Curitiba (PR). A unidade paranaense existe desde 2002, quando foi criada para atuar apenas na área de serviços de reafiação. Agora, está ganhando nova sede, novos equipamentos - incluindo sala de produção climatizada - e uma linha de produtos: as ferramentas especiais High Tech. Os investimentos na unidade somaram R$ 2,5 milhões.

A primeira unidade fabril da OSG no Brasil começou a ser construída em 1975 e entrou em operação dois anos depois, em Bragança Paulista (SP). Nessa unidade são produzidos machos, fresas de topo, cossinetes, brocas, alargadores e escariadores. Além de abastecer o mercado nacional, a fábrica paulista também exporta ferramentas para o Japão, México, EUA e Europa, o que representa 21,5% dos negócios da filial brasileira.

O carro-chefe é a linha de machos, composta por mais de 70 modelos standard, que responde por 70 a 75% dos negócios. A OSG fabrica machos dos tipos: com ponta helicoidal, com canal helicoidal, com canal reto, com canal helicoidal, machos laminadores, machos cônicos para tubos, machos para porcas, machos manuais, entre outros.

Em 2001, teve início a produção de ferramentas especiais em Bragança, ampliada no início deste ano com a unidade paranaense. "Queremos aumentar nossa participação no mercado de especiais", afirma o assistente de Marketing Rodrigo Katsuda. Segundo ele, esse segmento está em franco crescimento no Brasil, o que justificaria os investimentos no Paraná.

Em 2005, puxado pelo bom primeiro semestre, o faturamento da OSG deve crescer 35%. Além da entrada em operação da fábrica no Paraná, outro fator que contribuirá para esse incremento é a expansão verificada em alguns segmentos consumidores dos produtos da OSG, especialmente o setor aeroespacial.

Fundada no Japão em 1938, a OSG - sigla composta do nome do fundador (Osawa) com as palavras Screw (rosca) Grinding (retificada) - mantém unidade fabris no Japão, Inglaterra, Taiwan, Coréia, México, Estados Unidos, Bélgica e Brasil.

Autor(es): Boletim Usinagem-Brasil

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