Estudo realizado pelo Dieese mostra que a incidência de mortes entre os trabalhadores terceirizados é 400% superior à dos trabalhadores próprios. Dados da Fundação Coge, que reúne 64 empresas responsáveis por 90% da energia produzida no País, mostram que o segmento contava, em 2008, com 227,8 mil trabalhadores, dos quais 126,3 mil terceirizados, ou 55,5% da força de trabalho do setor.

Analisadas apenas as distribuidoras, o contingente de trabalhadores terceirizados sobe para 59,9%. Nas empresas de geração, transmissão e outras, o índice de terceirização foi mais baixo (52,6%).

Em 2008, a taxa de mortalidade da força de trabalho do setor elétrico foi de 32,9 por grupo de 100 mil trabalhadores. Entre os terceirizados, a taxa foi 3,21 vezes superior em relação ao quadro próprio. A taxa ficou em 47,5 para os terceirizados ante 14,8 para os trabalhadores do quadro próprio das empresas.

Autor(es): DiárioNet

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Segurança do Trabalho
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