As vendas de aço no Brasil em maio somaram 2 milhões de toneladas, 55,3% acima do vendido no período em 2009, informou nesta segunda-feira o Instituto Aço Brasil (IABr). Na comparação com abril, a alta foi de 12,7%. A indústria siderúrgica brasileira, que vem se recuperando desde o final de 2009 de uma de suas piores crises, vendeu de janeiro a maio um volume de 8,8 milhões de toneladas de aço no mercado doméstico, um salto de 57,5% na comparação com o mesmo período do ano passado.

As vendas de produtos siderúrgicos laminados somaram 1,97 milhão de toneladas em maio, disparando 54,9% sobre um ano antes, em meio a vendas elevadas de bens como veículos e ao aquecido setor de construção civil. No ano até maio, produtos de aço laminado registram vendas de 8,6 milhões de toneladas no Brasil, alta de 57,5% sobre um ano atrás.

As usinas do País produziram quase 2,9 milhões de toneladas de aço bruto em maio, alta de 50,8% sobre um ano antes e de 5,5% na comparação com abril. De janeiro a maio, a produção atingiu 13,5 milhões de toneladas, crescimento de 56,9% contra igual intervalo de 2009. As exportações também avançaram em maio, com 654,8 mil toneladas, alta de 10,4% sobre maio de 2009. Em valor, essas vendas corresponderam a US$ 419,6 milhões, avanço de 48,3%. No acumulado do ano até maio, as exportações somaram 3,5 milhões de toneladas, expansão de 28,9%.

Enquanto isso, as importações mais que dobraram para 494,5 mil toneladas no mês passado, ante 217,2 mil de toneladas em maio de 2009, afirmou o IABr, citando dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. No acumulado do ano até maio, o quadro se repete, com importações de 2,3 milhões de toneladas, salto de 149,1%. Mais cedo, a Associação Mundial de Aço divulgou números consolidados do desempenho do setor siderúrgico em 66 países que mostraram uma alta de 29,1% na produção em maio e de 29,8% entre janeiro e maio.

Autor(es): Redação Portal Terra

facebook      twitter      google+

Economia
 Veja todas as noticias e artigos relacionados a Economia