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Indústria paulista já abriu 167 mil vagas no ano

Só em julho, o melhor da série desde 2005, setor contratou 12.500 pessoas. Geração de emprego ainda está 3 pontos percentuais abaixo do patamar pré-crise, após dois anos.

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O emprego na indústria paulista teve o melhor mês de julho dos últimos cinco anos: alta de 0,5%, e um saldo líquido de 12.500 contratações. Descontados os efeitos sazonais, a variação chegou a 0,4% no último mês. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (11) pela Federação e o Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp e Ciesp).

Já foram abertas mais de 167 mil vagas em todo o estado em 2010, alta de 7,15%, o melhor resultado desde 2006 nesta base de comparação. Nos últimos 12 meses, comparativamente a julho de 2009, são 108,5 mil postos de trabalho a mais na indústria de São Paulo (+4,51%).

Apesar do forte ritmo de retomada, o nível de emprego ainda está três pontos percentuais abaixo do patamar registrado em agosto de 2008 – exatamente dois anos após a crise financeira começar a produzir seus primeiros efeitos na economia brasileira e na indústria.

“Certamente o setor produtivo paulista recuperará o nível pré-crise de empregos no primeiro semestre de 2011, talvez já no primeiro trimestre. Não vemos nuvens negras no horizonte”, projetou Paulo Francini, diretor-titular do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos (Depecon) da Fiesp/Ciesp.

Boa fase continua

As contratações no segundo semestre devem continuar, mas com menor ímpeto. Para Francini, não há que se falar em redução de empregos e de atividade na segunda etapa do ano por conta da ressaca após o fim dos incentivos tributários, que beneficiaram os setores de veículos e a linha branca de eletrodomésticos.

“É equivocado dizer que há uma ‘redução programada’ para o segundo semestre. Tivemos um primeiro trimestre exuberante com a antecipação de compras [pela redução de IPI], e o que vem em seguida é reflexo disso. Dissipado esse efeito, as coisas voltam ao rumo natural”, explicou o diretor de Economia da Fiesp/Ciesp.

Participação do açúcar

O setor de açúcar e álcool tem participação de 28,7% no desempenho acumulado de janeiro a julho de 2010, mas deverá devolver parte dos 48 mil empregos gerados até o final do ano, quando se aproxima a entressafra. Os demais setores que compõem o levantamento responderam pela criação de quase 120 mil vagas no período (71,3%).

Devido à mecanização da colheita de cana-de-açúcar, a taxa de geração de empregos do setor nos sete primeiros meses deste ano atingiu 40%, menor do que em anos anteriores – 46% em 2009, 52% (2008) e 58% (2007). Ao mesmo tempo, esta variação vem crescendo nos demais setores industriais: 5,3% em 2010, contra 4,9% em 2009, e 3,5% nos dois anos anteriores.

Setores e regiões

Dos 22 setores analisados pela pesquisa, 17 tiveram comportamento positivo no mês e os outros cinco, saldo negativo. O segmento mais bem colocado foi o de equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (1,9%). Em seguida aparecem os setores de produtos diversos, com alta de 1,8%, e produtos de madeira (1,5%).

O setor de máquinas, aparelhos e materiais elétricos liderou as baixas empregatícias do mês (-1,3%), devido a variação específica em uma empresa. A fabricação de coque, petróleo e biocombustíveis apresentou queda de 0,8% no número de vagas, também correspondente ao corte de pessoal em uma determinada empresa, que substituiu funcionários pela máquina colheitadeira. O segmento de produtos têxteis recuou 0,4% em julho.

No diagnóstico das Diretorias Regionais do Ciesp, 27 tiveram aumento de postos de trabalho, sete fecharam vagas e duas ficaram estáveis. O destaque fica com Matão (2,95%), região que mais contratou. Franca aparece em segundo lugar com alta de 2,53%, seguida por Diadema, que avançou 2,11% no período.

Entre as regiões com desempenho negativo, Botucatu teve o pior resultado de julho, com queda de 1,5%. As outras duas regiões com maior redução de empregos foram São Carlos (-1,25%) e Jaú (-1,15%).

Federação e Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP/CIESP)

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