Empresas aperfeiçoam o desempenho de suas operações a partir da Gestão Sustentável de Ativos. Aquelas que conseguem estabelecer estratégias agregando estas práticas sustentáveis melhoram sua performance operacional, financeira e ambiental.

Por Celso Tomé Rosa, vice-presidente da Infor Brasil

Os preços e a disponibilidade energética já alteraram o ambiente dos negócios para sempre. As empresas com grandes fábricas e equipamentos enfrentam uma dura realidade: o altíssimo consumo energético. Estes custos, as preocupações com o meio ambiente, as pressões pela competitividade são desafios de um cenário onde as novas práticas para operar de forma mais estratégica permeiam todas as indústrias. As tendências envolvem práticas para a gestão de manutenção monitorada, e uma administração consciente do consumo energético de ativos.

A tendência atual de redução de desperdícios em itens como papelaria e inventários não é mais suficiente, uma vez que ignora o consumo de energia representar entre 30% e 90% dos custos de operação e manutenção da maioria das empresas, excluindo as despesas de pessoal. Empresas são forçadas a redirecionar os orçamentos das ações estratégicas para cobrir os custos de energia que só aumentam. A gestão tradicional de ativos não considera esta despesa com este consumo. Para muitas a tarifa se encaixa nas centenas de milhões ou mais, e são bens que consomem mais energia (equipamentos, unidades quente/frio).

A implementação de uma ferramenta de ASE, Asset Sustainability Management, ou Gestão Sustentável de Ativos (GSA), no português, é uma maneira alternativa de abordar a manutenção, e incorporar o consumo de energia aos seus custos, proporcionando maior visibilidade e controle, eliminando despesas desnecessárias. Já existem softwares que ajudam a melhorar o desempenho da empresa, proporcionando maior disposição dos ativos, otimizando a produtividade e diminuindo assim, os custos de manutenção, reparo e operação. O sistema funciona como um registro de cada ativo desde o momento da compra, operação, manutenção e até cancelar.

É possível usar a GSA em diversos tipos de empresas. Geralmente, as mais maduras já aplicam o modelo para garantir uma operação eficiente, pois o sistema garante que o equipamento está trabalhando no seu máximo, com eficiência. Com o software específico para a gestão sustentável de ativos é possível implementar um fator chave para o desempenho dos ativos é a eficiência global do equipamento: OEE (Overall Equipment Effectiveness), a eficiência global do equipamento.

Esta medida reconhece a disponibilidade de recursos, desempenho e qualidade. A métrica ajuda a avaliar as demandas conflitantes de equipamentos e manutenção, avaliar a sua produção, entre outros pontos. As principais companhias operando com 85% de OEE, considerando uma disponibilidade de 90% e 95% de capacidade ou de desempenho e qualidade de 99,9%. Por exemplo, uma manutenção periódica de filtros pode melhorar a eficiência do sistema de ar condicionado. A gestão sustentável permite ver esta necessidade, e promover uma manutenção pró-ativa antes mesmo dos custos com energia subirem.

Uma ferramenta para gerenciar estas operações não só ajuda a manter os baixos custos e controlar as emissões, mas também reduz o impacto ambiental. Este ambiente saudável pode ajudar a promover e fortalecer a marca entre os clientes, prospects, parceiros e investidores. Ela também ajuda as empresas no caso em que há impostos sobre as emissões de carbono (algo já existente e em alguns países).

A disponibilidade, o desempenho, a qualidade e o consumo de energia são os quatro elementos que formam a Gestão Sustentável de Ativos. São os pontos fundamentais para que uma empresa gere receitas, ofereça bons serviços aos seus clientes, sempre sendo competitiva e manter os custos baixos.

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Autor(es): Assessoria de Imprensa

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