A Odebrecht Óleo e Gás (OOG) acaba de assinar dois novos contratos de Montagem e Manutenção (M&M) para o Campo de Peregrino, na Bacia de Campos (RJ). A partir deste projeto, a OOG atenderá duas novas empresas, a Statoil Brasil e Maersk FPSO´s Brasil. Os contratos de aproximadamente US$ 60 milhões abrangem as áreas de engenharia, planejamento, suprimentos, fabricação, montagem e manutenção envolvendo as disciplinas de estrutura, tubulação, equipamentos, elétrica, instrumentação e comissionamento.

“Os novos contratos reforçam a estratégia da OOG na busca contínua da ampliação do portfólio de Clientes para a prestação de Serviços Integrados para a indústria offshore no Brasil e mundo”, afirma Jorge Mitidieri, Diretor Superintendente de Serviços Integrados da OOG.

O sistema de exploração e produção do Campo de Peregrino é composto por duas unidades fixas “irmãs” denominadas Peregrino A e B (duas monobóias fixas) e um FPSO, com capacidade para processar 100 mil bpd e estocar 1,6 milhões de barris. O FPSO, construído e operado pela Maersk, tem previsão de início de suas operações ainda no primeiro trimestre deste ano. As plataformas estão interligadas ao FPSO por linhas de fluxo e umbilicais.

Peregrino é o maior campo de produção da Statoil fora da Noruega e o primeiro da empresa no Brasil. A estatal norueguesa é detentora de 100% (*) das participações e operação do campo, localizado a 85 km da costa do Rio de Janeiro, com lâmina d’água de aproximadamente 100 metros. Para este novo desafio a Statoil contará com a experiência da OOG, que traz em sua bagagem os sete anos a frente do contrato de M&M no Ativo Sul da Petrobras (também na Bacia de Campos), além do contrato também de M&M junto a Shell, em operação desde 2007. Um diferencial destes novos contratos será a prestação de serviços de comissionamento que a OOG oferecerá, aumentando ainda mais o escopo de M&M.

(*) Em Junho de 2010 a Statoil vendeu 40% da participação no campo de Peregrino para o grupo chinês Sinochem. A transação ainda está sujeita a aprovações governamentais no Brasil e China.

Fonte: TN Petróleo

Autor(es): Assessoria de Imprensa

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