Diante do desafio de gerenciar tantos riscos envolvendo as operações de compra e venda de energia no Ambiente de Contratação Livre (ACL), especialistas e empresários do setor de energia se reuniram essa semana com o objetivo de apontar as melhores práticas para os agentes que atuam nesse mercado. Hoje, dispomos de diversas ferramentas que permitem firmar um contrato seguro, garantindo sua execução até o final, afirmou Paulo Mayon, presidente da comercializadora Compass.

O executivo apresentou os principais riscos jurídicos e contratuais envolvidos na comercialização de energia, bem como os mecanismos financeiros e contratuais para mitigar esses riscos, na conferência “Gestão de Riscos na Contratação de Energia", promovida pela Viex Américas.

Para o presidente da Compass, os principais itens a serem observados nos contratos bilaterais são: Prazo de vigência; Quantidade e condições gerais da energia contratada; Preço (indexação, tributos, ponto de entrega/submercado, mudança de indexação); Obrigações gerais das partes (cessão); e Resilição.

Quanto aos instrumentos financeiros adaptados às peculiaridades do setor elétrico, o executivo recomendou cautela. Há alternativas sob medida para cada necessidade. A Opção Asiática e o Collar, por exemplo, são bastante procuradas em momentos de incertezas, destacou.

Durante a palestra, o presidente da Compass, Paulo Mayon, também apresentou as novas possibilidades de flexibilização de contratos com destaque para a gestão de excedentes por meio de venda pelo fornecedor e a abertura de comercializadora para consumidores livres.

Autor(es): Assessoria de Imprensa

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