Equipamentos de controle de poluição atmosférica removem e eliminam uma grande variedade de poluentes, conhecidos como compostos orgânicos voláteis e poluentes atmosféricos perigosos, incluindo gases, vapores e odores da atmosfera.

Empresas relacionadas a controle de poluição atmosférica

Espuma acústica

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Filtros Gaiolas máquina de solda/Filtros de Mangas

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Climatização e Ventilação Industrial

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Isolamento térmico e recuperação de coberturas industriais

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Airetron Equipamentos Industriais Ltda

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Cardall Cardoso Industrial Ltda

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Hydronics Projetos e Equipamentos Ltda.

Alameda Araguaia, 943 4 s 9 - Barueri - SP - CEP: 06455-000
Telefone fixo: (11) 4133-1111
E-mail: hydronics@hydronics.com.br
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Tanto os compostos orgânicos voláteis como os poluentes atmosféricos perigosos causam danos ambientais e biológicos, resultando em graves mudanças de temperatura, chuva ácida, emissões de carbono e aquecimento global.No entanto, eles são reduzidos ou eliminados por equipamentos de controle de poluição. Para se manter em conformidade com os regulamentos federais de emissões de gases nocivos à saúde, as instalações industriais devem conter sistemas de fiscalização de emissões para manter a emissão de poluentes no ar proveniente das indústrias abaixo dos níveis de limite especificados.

Elementos oxidantes executam um papel importante dentro da categoria de poluentes atmosféricos, tais como sulfureto de hidrogênio. O processo chamado de oxidação é realizado pela queima de poluentes do ar e está no coração da maioria destes sistemas. Dependendo do tipo de poluição do ar que está sendo controlado, as instalações também podem usar purificadores de ar úmido ou seco, coletores de névoa, precipitadores eletrostáticos, sistemas de controle de odor ou simplesmente sistemas de filtragem do ar e de água. As indústrias automotivas, petroquímicas, agrícolas, de mineração, farmacêutica, entre outras, requerem sistemas para regular a pureza do ar no interior das instalações. Para recuperar a parte do custo de funcionamento deste equipamento, muitos fabricantes também utilizam sistemas de recuperação de calor.

Os oxidantes podem ser térmicos ou catalíticos, utilizando o calor elevado ou aditivos para catalisar a oxidação, ou queima de compostos orgânicos voláteis. Os oxidantes catalíticos “lavam” o ar poluído de platina ou paládio, fazendo com que o oxigênio se separe dos compostos orgânicos e crie produtos atóxicos, tais como nitrogênio e oxigênio, ao contrário do óxido nítrico. Ambos os oxidantes catalíticos e térmicos podem ser regeneradores ou recuperadores. Os oxidantes de recuperação usam leitos de transferência de calor de cerâmica para recuperar o máximo de energia possível do processo de oxidação - muitas vezes chegando até 90% a 95% de recuperação. Estes leitos de transferência de calor, como trocadores de calor, ficam acoplados a uma câmara de retenção, onde os produtos orgânicos são oxidados. Os oxidantes térmicos regenerativos recuperam de 90% a 95% da energia térmica liberada a partir de processos de oxidação, com uso dos leitos de transferência de calor de cerâmica. Os oxidantes de recuperação utilizam trocadores de calor de placa, tubulares ou outro tipo convencional de trocador de calor para pré-aquecer os gases poluentes contaminados em uma câmara de recuperação de energia. Um catalisador oxida os compostos orgânicos voláteis, que liberam então energia suficiente para permitir a operação auto-sustentada.

Os equipamentos de inspeção de poluição usam uma variedade de métodos de filtragem para separar compostos orgânicos e inorgânicos do ar processado. Os purificadores de ar podem ser de ar seco ou purificadores de ar úmido; purificadores de ar seco removem gases ácidos, como o óxido sulfúrico e cloreto de hidrogênio, utilizando materiais alcalinos, enquanto os purificadores de gás de combustão limpam os poluentes e a poeira com água ou outros líquidos reagentes. Os precipitadores eletrostáticos removem as partículas de poeira do ar poluído com campos elétricos e filtros ionizantes de tecido firme para retirar partículas da caldeira de combustão de gás. Os coletores de névoa e oxidantes são frequentemente utilizados como sistemas de controle de odor de metano na alta produção de equipamentos em indústrias de papel e celulose.

As Agências de Proteção Ambiental de todos os países estipulam normas federais sobre emissões nas instalações industriais, que limitam o tipo e a quantidade de compostos orgânicos voláteis e poluentes de ar perigosos que as os pólos industriais emitem durante os processos de manufatura. Os compostos orgânicos voláteis e os poluentes de ar perigosos representam ameaças não só para a segurança do ambiente e dos ecossistemas locais, mas para a saúde humana. 188 poluentes perigosos de ar foram regulamentados por serem causadores comprovados de câncer, deficiências congênitas e outros efeitos graves para a saúde. A maioria das leis ambientais é bem recente no Brasil, tendo sido implementadas apenas nos últimos dez a vinte anos.

As indústrias que empregam esses sistemas analisam dados coletados a partir de monitoramento contínuo, que servem como documento base para estudos que amparem a adoção de medidas ambientais. Na maior parte das industriais mundiais que adotam esses sistemas, os poluentes de ar perigosos e os compostos orgânicos voláteis diminuíram significativamente como resultado dessas normas rígidas, mas as emissões de carbono, um composto orgânico não-volátil, são cada vez mais motivo de preocupação para os ambientalistas, lobistas, deputados estaduais e federais nos últimos anos devido à mudança climática global. Os regulamentos recentes e propostas estaduais e federais de emissões estão começando a se concentrar em reduzir as emissões de carbono, além de obrigar os fabricantes a procurar alternativas para substâncias oxidantes e incineradores.

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